SINOPSE
A formação territorial brasileira e a luta das Comunidades Tradicionais por direitos próprios são temas centrais nesta análise. Essas comunidades, que têm mantido suas práticas por séculos, enfrentam a desconsideração do judiciário, que prioriza o direito de propriedade individual, muitas vezes ignorando a riqueza cultural e histórica que representam.
A tensão entre o direito estatal e as práticas territoriais comunitárias revela a necessidade de uma nova abordagem teórica. É fundamental reconhecer a importância do território como um espaço de identidade e cultura, respeitando as tradições e modos de vida que sustentam essas comunidades.