SINOPSE
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Nem todas as organizações enfrentam doenças, mas muitas apresentam sintomas que não são percebidos. O foco recai sobre as pessoas e as dores autênticas da transformação organizacional, revelando os sinais silenciosos que frequentemente são ignorados. O que realmente promove a cura é a cultura viva, a aprendizagem contínua e a coragem para mudar, levando o leitor a um ambiente metafórico onde cada capítulo provoca reflexões.
Reconhecer disfunções e descobrir tratamentos são partes essenciais dessa jornada. A proposta é repensar a maneira de trabalhar, liderar e lidar com mudanças, desafiando a superficialidade da agilidade e enfatizando que a verdadeira transformação é um processo diário e contínuo.
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