SINOPSE
Uma análise abrangente das práticas de Saúde Coletiva e suas evoluções ao longo da história revela a importância das abordagens integrativas e complementares na saúde pública brasileira. O contexto de um município pernambucano é explorado, apresentando uma análise epidemiológica detalhada e identificando determinantes sociais e grupos vulneráveis, além de sugerir caminhos para a implementação e gestão de programas integrativos.
A discussão sobre terapias tradicionais, uso de plantas medicinais e inovações tecnológicas amplia a compreensão do cuidado, destacando a relevância dessas práticas na promoção do bem-estar comunitário. O conteúdo acessível e fundamentado em evidências é essencial para profissionais, gestores e estudantes interessados em desenvolver políticas públicas inovadoras e centradas nas pessoas.