SINOPSE
Reflexões críticas emergem sobre as intersecções entre arquivos, fotografia e a carne negra, revelando suas implicações (po)éticas na construção e desconstrução do mundo antinegro. Os dois primeiros capítulos exploram como esses elementos atuam como instrumentos de captura da Estética, contribuindo para a (re)produção de corpos negros dissimulados, essenciais para a coesão desse mundo.
O terceiro capítulo investiga produções artístico-culturais contemporâneas, predominantemente afrodiaspóricas, que desafiam colonialidades e propõem novas formas de existir e conhecer. A introdução e a conclusão oferecem uma visão sobre os caminhos de pesquisa e a prática ético-política-criativa que fundamentam essas reflexões.