SINOPSE
Silêncios podem carregar significados profundos, e a solidão se revela como uma condição rica da experiência humana. A obra explora a solidão não como uma ausência, mas como um estado que reflete a singularidade de cada indivíduo, utilizando a metáfora dos números primos para ilustrar essa jornada interior. Entre literatura e psicanálise, o texto convida à reflexão sobre a essência única de cada ser.
Destinado a educadores, estudantes de psicologia e leitores que buscam introspecção, o ensaio literário propõe um olhar nuançado sobre a solidão, incentivando a escuta atenta e o reconhecimento da própria interioridade.