SINOPSE
Um homem acorda em um ambiente que parece intacto, mas não oferece respostas. O vazio, inicialmente percebido como silêncio, transforma-se em uma presença palpável enquanto ele explora a cidade. Ruas e parques permanecem imutáveis, e o protagonista começa a ouvir pensamentos não expressos e a interagir com conversas que nunca ocorreram, lutando para preservar sua humanidade em meio à solidão.
Entre memórias de uma família ausente e a sombra de uma catástrofe iminente, a narrativa revela a complexidade da solidão. Este percurso introspectivo e poético explora a linha tênue entre lucidez e delírio, esperança e abandono, enquanto o protagonista descobre que o silêncio, paradoxalmente, possui uma voz que interpela e provoca reflexões profundas.