SINOPSE
Linhas imaginárias nos cercam, criando barreiras que nunca cruzamos, enquanto a realidade nos coloca em um constante movimento. O passado, sempre presente, acena para o hoje, revelando a saudade como um elemento imutável que complica a simplicidade da vida. A pressa é desnecessária, pois o tempo se entrelaça, e o presente luta para se afirmar em meio a influências externas.
A confusão entre tempo e espaço nos leva a refletir sobre nossa natureza humana, marcada por egoísmo e dualidade. A vida é simples, mas a busca incessante por respostas nos faz perder o foco. Muitas vezes, deixamos de viver plenamente, dominados pelo medo e pela preguiça, enquanto reclamamos da falta de empenho em nosso próprio destino.