SINOPSE
Uma análise culturalista dos direitos indígenas na Amazônia revela a complexa interação entre Literatura, História e Memória. A narrativa literária explora como a criação artística reflete e projeta as questões dos direitos indígenas, abordando a subalternização desses povos e a imposição da Língua Portuguesa, além da exploração de suas terras e trabalho. A pesquisa utiliza referenciais dos direitos humanos para entender a resistência e o reconhecimento oficial dos direitos indígenas.
A construção desses direitos é um processo contínuo, fundamentado em normas consuetudinárias que emergem da cultura indígena. O estudo destaca a importância de reconhecer e respeitar esses direitos, especialmente em um contexto marcado por violações, evidenciando a relevância da literatura na luta pela justiça social e pelos direitos dos povos indígenas na Amazônia.