SINOPSE
Raízes psicológicas da crise política brasileira são exploradas sob a lente junguiana, revelando como arquétipos e dinâmicas do inconsciente coletivo influenciam a polarização entre figuras emblemáticas. Eventos como o 8 de Janeiro são analisados como rituais de possessão coletiva, onde a sombra nacional, composta por violência, desigualdade e racismo, emerge no cenário político.
Uma combinação de psicologia analítica, antropologia e ciência política sugere que a superação da crise requer a integração dessas sombras, transformando conflitos em diálogo criativo. A análise de mitos fundadores e projeções nas redes sociais oferece um entendimento mais profundo do Brasil, convidando à reflexão sobre luzes e sombras coletivas.