SINOPSE
Com base na Semiótica da École de Paris e nas novas tendências pós-greimasianas, a obra explora as irracionalidades decisórias, como o voluntarismo e o cinismo, que rompem a interdiscursividade do processo judicial. Reflexões sobre a verdade e sua (re)construção são apresentadas, destacando a importância do processo judicial como um espaço público de interação e razão comunicativa.
A investigação busca compreender a significação dos textos e discursos jurídicos, propondo uma superação do positivismo e das irracionalidades que dele emergem, sem desconsiderar o papel do magistrado nessa complexa rede discursiva.