SINOPSE
Nas décadas de 1930 e 1940, a ancestralidade nordestina é revelada através de uma jornada pessoal e emocional. A narrativa convida o leitor a explorar cem anos de história familiar, repleta de erros e acertos, enquanto mistérios de religiões e lendas locais emergem, trazendo à tona as dores e alegrias dos personagens. A ambientação no sítio da família, marcado pela infertilidade, simboliza as lutas e conquistas vividas ao longo do tempo.
A imagem da capa, uma ilustração do casamento dos pais, conecta ainda mais o leitor à ancestralidade. A obra se torna uma homenagem profunda, especialmente com a perda da mãe do autor, que ocorre após a conclusão do texto, conferindo um tom de despedida e reflexão sobre a vida e suas complexidades.