SINOPSE
Debates clássicos da crítica anarquista ao estatismo e à autoridade são explorados de maneira provocativa, traçando um percurso pelas crises das “metanarrativas” e as transformações entre “anarquismo” e “anarquia”. Reflexões teóricas fundamentadas em um pensamento político autônomo desafiam o imaginário radical, apresentando críticas incisivas e novas perspectivas.
Referências a pensadores como Michael Hardt, Antonio Negri e Alain Badiou enriquecem a discussão, propondo uma revolução que deve ser libertária em seus meios e fins, enfatizando a importância da coerência entre ambos para a verdadeira transformação social.