SINOPSE
Um conjunto de práticas de gerenciamento do mal-estar revela como a individualização da culpa e o louvor ao mérito moldam a produtividade humana. Essa abordagem cria um estado de crises e mudanças permanentes, resultando em uma nova forma de sofrimento que permeia a vida cotidiana, transformando a moralidade em algo indiscutível.
O texto propõe uma reflexão crítica sobre as narrativas de sucesso e coaching, além de questionar os discursos que estruturam indivíduos como empresas, oferecendo uma visão alternativa ao gerenciamento e à motivação contemporâneos.