SINOPSE
O texto explora a intersecção entre a violência contra a mulher, as políticas públicas e a psicanálise, destacando o ciclo repetitivo desse fenômeno como um desafio complexo. A autora analisa como as intervenções psicológicas podem oferecer suporte às mulheres, enfatizando a importância da psicoeducação e do empoderamento, além de sugerir que a escuta do sofrimento singular pode abrir novos caminhos para o tratamento.
Ao discutir o conceito de repetição na psicanálise, o trabalho propõe uma reflexão sobre a responsabilização, diferenciando-a da culpabilização. A conclusão aponta para a necessidade de um atendimento transdisciplinar que valorize a voz das mulheres, promovendo um espaço seguro para que possam se expressar e, assim, buscar romper com o ciclo da violência.