SINOPSE
Uma travessia poética e histórica pelo coração do Nordeste revela o carro de bois como símbolo de um povo, representando trabalho, resistência e esperança. Cada movimento da narrativa reconstrói o sertão, onde a dureza da exploração se entrelaça com a dignidade humana, trazendo à tona a luta contra a escravidão, a fome e a seca, ao mesmo tempo que celebra a beleza lírica do sertanejo.
Poemas recuperam vozes esquecidas pela história, alinhando-se à perspectiva dos oprimidos. A escrita combina rigor técnico e sensibilidade social, transformando a memória pessoal em testemunho coletivo, e reafirmando que, enquanto houver poeira nas estradas, sempre haverá poesia a narrar essa travessia.