SINOPSE
Na era da inteligência artificial, o ensino jurídico enfrenta uma crise existencial, questionando se as faculdades estão realmente preparando os profissionais do século XXI. A tensão entre a tradição do Direito e a lógica fria da IA desafia o modelo clássico de advogado, que se baseia na memorização e na rapidez de acesso à informação.
Reflexões sobre a necessidade de desenvolver habilidades humanas, como pensamento crítico, empatia e criatividade, são essenciais para formar juristas capazes de enfrentar os desafios contemporâneos. A transformação pedagógica proposta busca integrar diversas áreas do conhecimento, enfatizando que a tecnologia deve ser uma aliada na busca pela justiça e dignidade humana.