SINOPSE
As cadeias enfrentam uma superlotação alarmante em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, enquanto a criminalidade violenta se torna uma constante nas sociedades contemporâneas. A solução proposta por muitos, como a construção de mais prisões, é questionada, uma vez que a eficácia do sistema carcerário tem sido amplamente contestada desde sua origem.
Uma análise profunda revela a evolução das punições, começando no século XVIII, com os castigos corporais, até as propostas contemporâneas que defendem a abolição da prisão. Essa reflexão busca entender por que a prisão continua a ser a forma predominante de punição em um cenário tão crítico.