SINOPSE
A perícia psicológica no Judiciário enfrenta desafios ao integrar os saberes da Psicologia com as práticas do Direito, onde a judicialização da vida e a criminalização se destacam. Relatos de uma pesquisa revelam caminhos para famílias em disputa de guarda, promovendo a autonomia de pais e mães e incentivando a construção de redes de solidariedade, evitando a transferência total das decisões para a instância jurídica.
A criação de espaços coletivos, como oficinas de parentalidade e rodas de conversa, emerge como uma metodologia eficaz. Esses encontros possibilitam o compartilhamento de experiências e a análise de questões relevantes, ampliando as demandas coletivas e sociais entre os participantes.