SINOPSE
Nos estúdios fotográficos brasileiros do século XIX, pessoas de diversas classes sociais se reuniam, refletindo a complexidade da sociedade da época. Imagens de negros, incluindo livres, libertos e escravos domésticos, revelam um panorama histórico profundo, com registros que vão desde a vida cotidiana até a primeira penitenciária do país.
Através de uma pesquisa meticulosa, são exploradas as histórias que permeiam essas fotografias, permitindo uma conexão íntima com os retratados. Essa reflexão provoca uma reavaliação de nossas próprias memórias e retratos, trazendo à tona questões sobre identidade e representação.