SINOPSE
Vidas silenciosas muitas vezes revelam revoluções íntimas, onde o desmoronar e a reconstrução de um mundo particular ocorrem longe dos holofotes. Nesse cenário, Júlia caminha por um território repleto de cacos, buscando não a restauração do que foi, mas a descoberta da beleza nas imperfeições que restaram.
A transformação acontece no compasso dos dias comuns, entre olhares significativos e momentos simples, como o gosto amargo de um café frio. A narrativa convida a explorar a jornada de uma mulher que aprende a habitar suas próprias perguntas, em vez de buscar respostas definitivas.