SINOPSE
Práticas performativas emergem em um contexto de isolamento, explorando um conceito híbrido que desafia as convenções artísticas. Durante o período da pandemia, experimentos criativos foram realizados em plataformas digitais, refletindo um pensamento decolonial que transforma a performance em uma poiesis, onde corpos buscam transmutar afetos e construir subjetividades ativas.
Relatos de experiências artísticas são apresentados como estratégias para apropriação dos saberes tecnológicos, criando heterotopias digitais que revelam a potência da criação em arte como ferramenta de resistência e inovação. Cada performance se torna um espaço de reflexão e insurgência.