SINOPSE
O poder de punir e a imposição de sofrimento revelam um “genocídio gota a gota” que ameaça a humanidade. Questões sobre a naturalização da sub-humanização e a identificação dos detentores do poder econômico com a macrocriminalidade organizada são levantadas. A resistência ao totalitarismo financeiro e a busca por um novo paradigma para os excluídos são centrais nesta análise.
Fenômenos como o colonialismo tardio, a colonização punitiva e a demonização de lideranças populares são discutidos. A proposta é desenvolver um saber emancipatório que responda aos problemas contemporâneos, promovendo uma criminologia do ser-aqui.