SINOPSE
Arani, guardiã das histórias de seu povo, vive às margens do rio Negro e aprende desde cedo que a vida é composta por ciclos. A chegada de estrangeiros à sua aldeia traz promessas e violência, marcando sua existência de forma indelével. Em meio à dor e à memória, ela descobre que o perdão é uma forma de resistência e transformação.
Inspirada na rica cultura amazônica, a narrativa entrelaça ficção, filosofia e ecologia, revelando a importância do perdão como um dom necessário. A jornada de Arani simboliza a luta dos povos indígenas e a urgência de cuidar da criação, mostrando que, com perdão, é possível curar e seguir em frente.