SINOPSE
Determinados sítios ao redor do mundo revelam uma programação geométrica que transforma o céu em território. De locais como Oak Island a Uruana de Minas Gerais, constelações e ângulos se manifestam como estruturas mensuráveis na terra, indicando um sistema coerente que conecta o firmamento à geografia.
Enquanto a arqueologia tradicional pode interpretar esses padrões como meras coincidências, uma nova perspectiva sugere que há uma execução metódica por trás dessas construções. A análise desses elementos convida a uma reflexão mais profunda sobre a relação entre o humano e o cosmos.