SINOPSE
Um investimento complexo é exercido sobre a sexualidade e os corpos, com diversas instâncias sociais, como escola e mídia, moldando pedagogias da sexualidade. Nesse contexto, aprende-se uma linguagem que define o que deve ser dito ou silenciado, além de quem tem voz e quem deve ser calado. Marcas de gênero, classe e raça influenciam esses arranjos de maneira significativa.
Reflexões de autores com formações acadêmicas variadas abordam as desigualdades e diferenças historicamente atribuídas aos corpos. Convida-se o público a compartilhar a inconformidade diante do silêncio e da marginalização de sujeitos e práticas sexuais.