SINOPSE
O Sistema de Controle Externo, vital para o Estado, pode se desviar de sua missão ao priorizar a construção de uma imagem midiática em vez de promover o desenvolvimento da Administração Pública. A corrupção é elevada a um status central, criando uma mística que, embora necessária, ofusca outras questões igualmente relevantes. Esse cenário resulta em um poder de veto desproporcional, impactando negativamente a redução das desigualdades e o progresso nacional.
Com uma abordagem que combina levantamentos históricos e análise do discurso, a obra expõe os interesses subjacentes a essa atuação e a influência, mesmo que involuntária, do Sistema de Controle Externo em agendas internacionais.