SINOPSE
Análises profundas sobre a branquitude revelam suas manifestações simbólicas e iconográficas ao longo da história. A obra explora como as imagens moldam percepções e interpretações, destacando a presença racialmente ausente dos brancos em registros visuais, que perpetuam a ideia de normalidade e dominação. Essa investigação busca desnaturalizar concepções racistas, propondo uma leitura crítica das representações visuais que sustentam hierarquias sociais.
O texto convida à reflexão sobre a invisibilidade e onipresença da branquitude, desafiando o leitor a enxergar os rastros dessa construção social. A proposta é um antídoto contra a negação do racismo, permitindo a compreensão de um país que ainda precisa se reconhecer em suas imagens e histórias, promovendo um espaço para a transformação da desigualdade racial.