SINOPSE
Críticos de jazz frequentemente são americanos brancos, mas a cena do free jazz entre 1959 e 1967 foi marcada por vozes que desafiaram essa norma. Através de ensaios, resenhas e crônicas, uma nova perspectiva sobre o jazz emergiu, destacando sua autenticidade como expressão da cultura afro-americana em um período de comercialização e padronização do gênero.
Com uma linguagem vibrante e intensa, o autor explora como essa música reflete experiências que moldaram a consciência negra nos Estados Unidos. Músicos como John Coltrane e Ornette Coleman são apresentados não apenas como artistas, mas como intelectuais que transcendem a música.