SINOPSE
Publicada pela primeira vez em tradução inédita no Brasil, a obra representa um marco fundamental para a compreensão da história das mentalidades e da antropologia clássica. O texto desafia a percepção ocidental de individualidade ao investigar como povos considerados “primitivos” entendem sua existência e relação com o mundo, revelando um universo onde a alma humana se dissolve em solidariedade com seu grupo social e a natureza.
Ao longo das páginas, a análise explora a homogeneidade essencial de todos os seres, demonstrando que uma realidade mística circula livremente entre homens, animais e objetos. A narrativa oferece um panorama rico sobre a vida e a morte como estados de transição em um cosmos sagrado e interconectado, provocando reflexões sobre o “eu” e a relação com o coletivo.