SINOPSE
Refletir sobre a memória do passado e a percepção do futuro revela questões intrigantes. A ideia de que o futuro ainda não ocorreu pode ser uma ilusão, levando a uma exploração que abrange desde a física até a filosofia e tradições místicas. A proposta sugere que o universo é um bloco atemporal, onde passado, presente e futuro coexistem, e que alguns indivíduos, os profetas, tiveram vislumbres desse todo.
A jornada inclui uma nova interpretação da queda no Jardim do Éden e da morte, apresentando-as como elementos que moldam a consciência. O sofrimento e a finitude são vistos como oportunidades para amadurecimento, preparando a consciência para uma existência mais plena e consciente da eternidade.