SINOPSE
Investigando as narrativas de artistas travestis que participaram de um filme-documentário, a obra reflete sobre as memórias de travestilidades durante a ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985). As questões abordadas incluem o projeto moral da ditadura, as violências policiais e as políticas censórias, além da relação entre arte e travestilidade, destacando a importância do teatro nesse contexto.
A análise revela como o cinema se diferencia da historiografia ao trazer representações de sexualidades dissidentes, iluminando silêncios históricos e propondo reinterpretações políticas sobre o passado. Essa narrativa fílmica expõe as micropolíticas que afetam corpos subversivos, desafiando normas de gênero e sexualidade.