SINOPSE
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Durante séculos, mulheres que expressavam suas emoções foram rotuladas como “histéricas”, um termo que simbolizava o controle sobre suas vozes e corpos. Este fenômeno não era apenas um diagnóstico, mas um mecanismo de silenciamento que transformava dor legítima em desordem e opinião própria em loucura. A antologia surge como uma ruptura, devolvendo a narrativa às protagonistas, que se recusam a aceitar a tutela e o apagamento.
As autoras reivindicam a intensidade que tentaram medicar e a voz que tentaram calar, celebrando a força criativa e a resistência. Elas se apresentam como amantes, criadoras e sobreviventes, ecoando um grito de liberdade que ressoa por todas que vieram antes e por aquelas que ainda virão. A intensidade não é crime, mas um manifesto de poder e lucidez.
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