SINOPSE
Desigualdade se manifesta não apenas em salários e oportunidades, mas também nas emoções e na saúde mental. A relação entre classe social e adoecimento psíquico é explorada, revelando como a ansiedade e a depressão são influenciadas por ambientes sociais opressivos. A obra provoca uma reflexão sobre a meritocracia e suas implicações na saúde mental, desafiando a ideia de que o sofrimento é exclusivamente individual.
Ao abordar a arquitetura emocional que sustenta o adoecimento no século XXI, o texto convida à compreensão de que muitas dores são consequências sociais. Reconhecer essa realidade é essencial para romper o ciclo do sofrimento coletivo e buscar transformações significativas.