SINOPSE
Questões intrigantes sobre a comunicação entre figuras bíblicas como Adão, Abraão e Moisés são exploradas, levantando a possibilidade de diálogos sem a necessidade de intérpretes. A análise proposta busca desmistificar a crença de que o Antigo Testamento foi redigido exclusivamente em hebraico e aramaico, revelando a complexidade do desenvolvimento linguístico ao longo dos períodos em que os autores viveram.
O estudo destaca a diversidade de idiomas e dialetos utilizados na escrita dos textos sagrados, mostrando como essas variações foram traduzidas e padronizadas, preservando algumas peculiaridades linguísticas que influenciaram a tradição cristã.