SINOPSE
Análises profundas sobre os intelectuais da Universidade de São Paulo entre as décadas de 1960 e 1990 revelam a influência da vertente “marxista acadêmica” nos debates democráticos dos anos 1980 e na política brasileira subsequente. A obra explora como figuras emblemáticas representaram tanto o auge quanto o declínio do pensamento moderno no Brasil, especialmente durante a ditadura civil-militar, quando surgiram críticas ao desenvolvimentismo predominante.
Na década seguinte, observou-se um distanciamento das ideias críticas, com acadêmicos se aproximando de visões universalistas, como o neoliberalismo e a perspectiva classista. Essa análise oferece uma visão rica sobre como a corrente intelectual moldou a democracia brasileira e as divisões políticas que emergiram, reinterpretando o passado e projetando futuros possíveis.