SINOPSE
Casais de primos enfrentam crescente discriminação, especialmente nos Estados Unidos, onde a união é vista com receio. O medo de doenças hereditárias alimenta a primofobia, sendo considerada uma precaução em vez de um preconceito. Questões sobre os reais riscos associados a esses casais surgem, levando a reflexões sobre a moralidade e a ciência que cercam essa prática.
Explorar as razões por trás do temor em relação a esses relacionamentos revela uma complexa intersecção entre crenças culturais e evidências científicas. A análise propõe um olhar mais profundo sobre a aceitação social e os mitos que envolvem o casamento entre primos.