SINOPSE
A violência simbólica contra as mulheres perpetua e oculta outras formas de agressão, especialmente aquelas que não envolvem violência física. Isso resulta em um número alarmante de denúncias que não são formalizadas adequadamente nos órgãos oficiais brasileiros, revelando uma discrepância entre as notificações e a efetiva formalização dos crimes. Compreender as causas dessa subformalização é essencial para que o Estado possa desempenhar um papel mais eficaz na proteção e garantia dos direitos das mulheres em situações de violência.
O fortalecimento das políticas de tratamento deve abranger não apenas o âmbito penal, mas também o cível e assistencial. Essa abordagem visa construir uma sociedade mais consciente e menos violenta, proporcionando um espaço seguro e acolhedor para mulheres e todas aquelas que se identificam com essa realidade. A transformação social é fundamental para garantir que as vítimas tenham acesso a seus direitos e apoio necessário.