SINOPSE
As relações familiares evoluem em um contexto de fluidez, onde o casamento e outras formas de união, como a união estável e famílias monoparentais, coexistem. A contratualização dessas relações permite que indivíduos formalizem seus arranjos por meio de cláusulas que protegem interesses patrimoniais e extrapatrimoniais, promovendo a autonomia nas decisões convivenciais.
Pesquisadores e juristas de diversas instituições colaboram para explorar os limites éticos e morais da monetização de vínculos afetivos. A reflexão sobre a contratualização das relações familiares e sucessórias abre caminhos para a proteção de interesses variados, ampliando a compreensão sobre o consentimento e a liberdade nas dinâmicas familiares.