SINOPSE
Expectativas sobre o fim do mundo costumam incluir ruínas e caos, mas e se esse apocalipse fosse mais sutil? Uma jovem começa a registrar, em seu diário, anomalias cotidianas em uma cidade que parece normal, mas que esconde um vazio profundo. Pessoas ignoram umas às outras, imersas em telas, enquanto eventos significativos se tornam meras imagens, sem intervenção.
Entre reflexões pessoais e fragmentos de notícias, a narradora questiona sua sanidade ao perceber uma transformação silenciosa: a presença humana sendo substituída por uma distração constante. Sombria e inquietante, a narrativa revela um mundo que ecoa o nosso de maneira perturbadora.