SINOPSE
Reflexões sobre as fronteiras interiores do Brasil revelam os limites que nos separam de nossa essência. A exploração das diversas espacialidades e conflitos que emergem desse processo histórico nos convida a compreender a complexidade da convivência entre sociedades e culturas distintas, como as indígenas e as chamadas “civilizadas”.
Esse espaço de liminaridade é marcado por indefinições e tensões, refletindo a dinâmica das interações entre brancos e mestiços. A fronteira se torna um símbolo da comunhão e do sacrifício que moldam nossa identidade coletiva ao longo do tempo.