SINOPSE
Reflexões sobre a complexa relação entre o Poder Judiciário e o Poder Executivo são apresentadas, destacando a ambiguidade nas funções de psicólogos em cada esfera. As atividades desempenhadas por esses profissionais muitas vezes não se encaixam de maneira clara nas divisões tradicionais de competências, revelando uma linha tênue entre a psicologia jurídica no judiciário e no executivo.
Essa discussão instiga uma análise crítica das práticas psicológicas, convidando o leitor a considerar as implicações éticas e profissionais que surgem nesse contexto multifacetado, onde as fronteiras entre as áreas se tornam cada vez mais difusas.