SINOPSE
Tatuagens emergem como um signo singular de luto, atraindo não apenas os jovens, mas uma variedade de pessoas. A pesquisa explora o significado dessas marcas e sua função no processo de luto, questionando se representam uma nova tendência ou uma forma de negação da morte. A solidão do luto contemporâneo exige que os indivíduos encontrem maneiras únicas de ritualizar sua dor, buscando formas de honrar a memória dos que partiram.
Nessas novas expressões de luto, a necessidade humana de criar signos para recordar os mortos se torna evidente. A tatuagem in memoriam, ao transitar entre o visível e o invisível, serve como um testemunho da ausência e da permanência da memória, revelando a profundidade da experiência humana diante da perda.