SINOPSE
A despersonalização do ser humano na Medicina contemporânea é um tema preocupante, especialmente quando se trata de pacientes em fase terminal. Uma análise inovadora aborda a terminalidade da vida sob a perspectiva do Direito Civil, destacando a importância dos direitos da personalidade, da Bioética e da Filosofia. Questões como futilidade terapêutica, qualidade de vida e decisões em fim de vida são exploradas com profundidade.
Com uma abordagem sensível, a obra é voltada para estudantes e profissionais do Direito e da saúde, além de todos que buscam compreender essa discussão essencial e delicada nos dias atuais.