SINOPSE
Análises interdisciplinares revelam as complexas relações entre a ditadura brasileira (1964-1985) e as diversas formas de homossexualidade, hoje representadas pela sigla LGBT. A repressão enfrentada por gays, lésbicas e pessoas trans durante os anos 60, 70 e 80 é discutida, destacando as dificuldades impostas à afirmação do movimento LGBT no Brasil. Além das violências sofridas, é essencial reconhecer as ações de resistência desses grupos, que se tornaram protagonistas na luta pela redemocratização.
Esse estudo se torna ainda mais relevante no contexto atual, em que Comissões da Verdade investigam as violações de direitos humanos do período autoritário. A busca por verdade, justiça e reparação é fundamental, conferindo visibilidade às experiências de vida dos homossexuais e ao papel do movimento LGBT na história brasileira, promovendo um reconhecimento necessário das lutas enfrentadas.