SINOPSE
Um direito ao contraditório é explorado por meio de extensa documentação que questiona as informações apresentadas em um importante relatório da Universidade Federal de Santa Catarina. A narrativa busca desconstruir a versão oficial da história da fundação e implantação da instituição, oferecendo uma nova perspectiva sobre os eventos que marcaram esse período.
Os acontecimentos históricos são reinterpretados, desafiando a associação entre a administração da universidade e o regime de exceção instaurado em 1964. Essa análise provoca reflexões sobre a memória e a verdade em relação ao passado catarinense.