SINOPSE
Hierarquias injustas permeiam o mundo da arte, onde discursos hegemônicos moldam a percepção e o valor das obras. A natureza-morta, inicialmente desvalorizada pelas academias, revela-se como um espaço de politização e subversão, desafiando as classificações que priorizam a “arte política” em detrimento da “arte estética”.
O deslocamento desse gênero ao longo do tempo reflete não apenas a história da arte, mas também as estruturas sociais do ocidente eurocêntrico, que ainda impactam o Brasil. Para aqueles que subestimam a natureza-morta, novas perspectivas surgem, transformando a visão sobre obras que envolvem objetos inanimados.