SINOPSE
O universo dramatúrgico de Hilda Hilst revela-se em oito peças escritas entre 1967 e 1969, refletindo o clima de tensões das ditaduras militares na América Latina. Em “O rato no muro”, um convento isolado se torna palco de conflitos internos, onde as freiras, identificadas apenas por letras, enfrentam a autoridade da madre superiora, até que uma delas decide desafiar as normas e buscar o diálogo.
Por sua vez, “O auto da barca de Camiri” apresenta uma alegoria sobre justiça, retratando um julgamento kafkiano de um herói popular, inspirado na figura de Che Guevara, que provoca reflexões profundas sobre moralidade e poder.