SINOPSE
A disponibilidade constante para consumir e trabalhar molda a dinâmica da sociedade atual, onde limites de tempo e espaço foram superados. A necessidade de repouso humano, a última barreira não dominada pelo mercado, é agora alvo de investigações que buscam transformar a relação com o sono, como evidenciado por pesquisas que tentam criar o “homem sem sono”.
Referências a pensadores como Godard, Deleuze e Aristóteles enriquecem a discussão sobre a vigilância e o impacto do capitalismo tardio. A análise provoca reflexões sobre o universo onírico, ameaçado pela sobrecarga sensorial da vigília contemporânea.