SINOPSE
Casos clínicos selecionados revelam desafios enfrentados na aplicação de um Protocolo para Organoterapia, desenvolvido para tratar doenças neurológicas graves. Cada capítulo destaca uma dificuldade superada, mostrando como esse método pode oferecer esperança na evolução de pacientes com condições como Parkinson, Esclerose Múltipla e Alzheimer, apesar de estar em fase inicial e exigir dedicação.
A prática de utilizar órgãos de animais sadios remonta a 200 anos, iniciada por um homeopata americano. A expectativa é que a disseminação desse conhecimento contribua para sua adoção mais ampla no Brasil.