SINOPSE
Debates sobre a espacialidade da escola são ampliados e aprofundados, trazendo à tona uma análise inspirada no pensamento foucaultiano. O espaço escolar é explorado como um ambiente vivo e contraditório, onde lógicas de controle operam e falham, especialmente em uma escola pública da periferia de São Gonçalo (RJ). Essa reflexão original contribui para uma compreensão mais ampla da realidade escolar brasileira contemporânea.
O olhar atento às práticas que escapam à vigilância revela aspectos imprevisíveis e resistentes da vida escolar. Essa abordagem desafia interpretações dogmáticas sobre poder, controle e espaço, propondo novas leituras para a Geografia da Educação, sendo essencial para educadores, geógrafos e cientistas sociais interessados na dimensão espacial das escolas públicas.